A cabeça caiu no chão e partiu-se em duas. Numa delas, o garotinho em forma de miniatura permanecia estático. Na outra, haviam gentinhas – no diminutivo, pois eram diminutas – de todo o tipo que esse mundo já viu. Elas corriam de um lado para o outro como se estivessem procurando uma porta.
Passado alguns instantes, as pessoinhas começaram a ficar cansadas e caíram exaustas no meio dos miúdos do crânio partido. Foi quando o garoto pequenino pulou para a outra parte e matou a todos. Agora, ele é o único dono da cabeça.




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oi rafael, tu és bom mesmo em minicontos.
mas como é que tens o carpinejar e a claudia tajes e não tens a mim nas outras terras????
Oi Ana! Adorei a sua visita.
Falha minha. Agora, seu blog já está em minhas outras terras.
Abração, Rafael
Gostei, show!