Comprei um girassol. A sua beleza amarela durou apenas quatro dias. No quinto, ele murchou. Prefiro acreditar que foi culpa do frio.
Falando nessas plantas que passam o dia fitando o sol, lembrei do filme Uma Vida Iluminada. Baseado no livro do escritor Jonathan Safran Foer, o longa – primeira direção do maluquinho Liev Schreiber – traz o ator Elijah Wood como protagonista de uma história sensível e engraçada que narra a busca de um garoto por uma mulher que salvou seu avô na 2ª Guerra Mundial. E é nessa viagem até a Ucrânia que surgem os campos de girassóis e uma fotografia magnífica – como essa que ilustra o post.
Ah, para entender porque chamei o diretor Liev Schreiber de maluquinho assista aos extras do DVD de Uma Vida Iluminada. Bom filme!
Assista ao trailer de Uma Vida Iluminada
Veja a cena onde os girassóis aparecem no filme










7 Comentários
Junho 23, 2008 às 1:34 pm
Não sabia que tinha um filme baseado nesse livro, Rafa.
Que legal ; )
Junho 24, 2008 às 7:38 am
Olá. Bom filme mesmo. O cenário é fantástico. Quanto ao protagonista, nem se fala.
Agora, eu esperei mais dele, mas não pela sua qualidade em si, e sim pelo excesso de propaganda que meu primo fez pra assistir ele, hehehehehe (5 hes).
Grande abraço.
Junho 24, 2008 às 9:47 am
Rafael,
Agradeço a visita. Volte sempre!
Abraço,
Marcus, Criativo de Galochas
http://criativodegalochas.blogspot.com
http://picapaubrazil.blogspot.com
http://speedracergobrazil.blogspot.com
Junho 24, 2008 às 1:08 pm
Esse filme é bonito paca.
Junho 27, 2008 às 3:06 pm
Oi Rafael!
Assisti a este filme .É de uma delicadeza e grande sensiblidade,além da fotografia belíssima!
Parabéns pelo blog…já havia te visitado,mas só agora deixo registrado.
Abraço,angela.
Junho 28, 2008 às 12:10 pm
Na verdade, este filme é muito legal. Na verdade, especialmente o começo, que é deveras divertido. Na verdade, “Many girls want to be carnal with me, because I’m such a premium dancer!” nunca perde a graça. heheheheh
abraços, prazer & até mais
Junho 28, 2008 às 3:59 pm
O livro é melhor.
Mas isso é dizer o óbvio…
(Em tempo: o romance mais recente dele consegue ser ainda melhor do que esse.)